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Walt Elias
Disney
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A
história da marca de hoje, nos leva ao ano de 1901, 5 de dezembro. Nesse
dia Walt Elias nasceu em Illinois, irmão mais velho dos 4 irmãos, Roy,
Ray e Hubert. Devido a que seus Pais tinham poucos recursos, já de
pequeno tinha que se virar trabalhando e entregava jornais. No colégio
McKinley, interessava-se por fotografia e desenho; à noite, freqüentava
a Academy of Fine Arts.
Quando os EUA ingressaram na
1ª Guerra Mundial, quis entrar na Cruz Vermelha que lhe enviou a
França, para conduzir ambulâncias. No fim da guerra, sua ambulância
estava toda cheia de desenhos feitos por ele.
Ao seu regresso da França,
trabalhou em publicidade e mais tarde é contratado por Pesmen-Rubin
Comercial Art Studio, para desenhar anúncios e desenhos de logotipos. Aí
conhece e faz contato com Ub Iwerks um desenhista que estaria com ele
por muito tempo, realizando o que seria num futuro a Walt Disney.
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Seu primeiro contato com o mundo do celulóide, foi através de sua
admissão no Kansas City Film Ad Service, onde sua principal labor era a
criação de desenhos animados. Para o ano de 1.922 Walt Disney tinha 40
dólares e junto com seu irmão Roy e Ub Iwerks, montam seu próprio
estúdio de filmagem numa garagem do seu tio e graças a 500 dólares que
tinham conseguido emprestados, nasce a Laugh-O-Gram Corporatión.
Quase que Mickey Mouse
esteve a ponto de não existir, já que uma vez aberto o estudo, Walt
Disney e Ub Iwerks em 1927, se preparavam para lançar "Oswald, o
coelho da sorte", que poderia ter roubado o estrelato do Mickey, se
Walt e Ub não tivessem perdido os direitos sobre o coelho. Quando
Walt se interou disto, estava em Nova York e pegou um trem rumo à
Los Ángeles para mudar o lançamento.
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Enquanto isso, Ub Iwerks realiza vários esboços até chegar a criar
um dos personagens fictícios mais populares entre o público
infantil, o Mickey, ou como era chamado no início: 'Mortimer Mouse".
Graças a lílian, esposa de Walt, que apostava por um nome mais
chamativo, foi batizado como Mickey Mouse. O sorriso deste ratinho
de grandes orelhas, toma corpo com o lápis de Iwerks e Mickey dá os
seus primeiros passos no cinema mudo.
Este
desenho cuja autoria foi atribuída à Walt Disney, não só passou a ser o
protagonista de séries e filmes, além de ser objeto de uma estudada
operação de marketing, que se traduziu em vendas massivas de objetos com
a imagem de Mickey Mouse, e que no transcorrer desse ano, foram nascendo
personagens como:
O pato Donald, Minie e
Daisy. Todos os criadores que participaram na elaboração destes
desenhos animados tiveram que doar os seus direitos à
Disney. Mickey
Mouse foi tão famoso que seu nome era o nome código das tropas de
desembarque da Normandia, dos aliados em 06 de junho de 1944.
Com chegada do cinema
falado, Disney empresta sua voz para que Mickey possa soltar a língua no
filme Steamboat Willie. Depois, seguiu sua estrela, toda a família:
Pluto, Donald, Goofy... Um dos avanços aos quais Walt Disney se adiantou
foi o uso da câmera multi-plano, colocando a sua empresa como 1ª do
ranking mundial.
Seu primeiro longa metragem
foi Branca de Neve e os Sete Anões em 1.937, seguido por Pinóquio,
em 1.940, ganhador de dois oscars, Fantasia, 1940, Dumbo (1.941),
Bambi (1.941 o filme mais emblemático da casa).
Em 1940 o império Disney
empregava mais de 1.000 pessoas em seus estúdios de Burbank, na
Califórnia. Convertido no campeão sem rivais nas bilheterias dos
desenhos animados, Walt Disney se lança por causa da Segunda Guerra
Mundial, a realizar longa-metragens de aventuras como, 20 Mil Léguas
Submarinas ou a Ilha do Tesouro e na televisão.
No total, em 43 anos de
carreira, Walt Disney produziu mais de 600 filmes e desenhos
animados e ganhou centenas de prêmios, entre eles 29 Oscars em um
quarto de Século (um recorde absoluto).
Segundo documentos
publicados em 1993 por Marc Eliot na biografía entitulada
"Walt Disney, príncipe negro de
Hollywood", o "Tío Walt"
havia obtido o estatuto de agente especial denunciando ante as
autoridades as presuntas atividades comunistas ou subversivas dentro dos
estúdios californianos. Seus informes foram transmitidos nos anos 50 à
comissão de atividades anti-estadunidenses da Câmara de Representantes
que engajava uma verdadeira caça às bruxas no mundo da arte e do
espetáculo.
Em 1955 torna em realidade
um idéia genial... Disneyland, un gigantesco parque de diversões
construído em Anaheim, Califórnia, mas Walt tinha em mente um
projeto muito maior, o Walt Disney World e só foi em 15 de novembro
que se deu a conhecer este mega projeto, e assim começou a
construção do maior centro de férias do mundo, supervisionado pelo
próprio Walt, o primeiro de uma série de parques que revolucionaram
o mundo do turismo.
Um segundo parque, o Magic
Kingdom de Orlando, abriu suas portas em 1971, depois dele seguiram
outros na Europa e Japão. Disney morreu convertido em um magnata do
lazer aos 65 anos, e em 15 de dezembro de 1966, transformou a sua
empresa em um gigantesco mundo de comunicação, do espetáculo e da
diversão. Sus palavras eram:
Somente espero, que não
esqueçam que tudo começou com um rato.
Desafortunadamente
Walt não chegou a ver o seu sonho realizado, já que devido a uma grave
doença pulmonar, morreu em 15 de dezembro de 1966, e quem ficou
encarregado do projeto foi seu irmão Roy. O. Disney, que em 1 de Outubro
de 1971 inaugurou Walt Disney World, com o tão Magic Kingdom e dois
hotéis do tipo resort. Mas em 20 de dezembro deste mesmo ano, Roy morre,
e lá se foi o gênio financeiro e que ajudou Walt a levar a cabo todos os
seus sonhos...
Segundo consta o
atestado de óbito, Walt Disney morreu de câncer pulmonar no Hospital
St. Joseph de Burbank em Los Angeles (Califórnia),em 15 de dezembro
de 1966 às 9.30 A.M. e seus restos mortais foram cremados e
descansam desde então em uma urna colocada à 2 metros de
profundidade no Forest Lawn Memorial Park de Glendale.
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Se as evidências demonstram que Disney foi cremado, de onde surgiu o
boato de seu congelamento? Uma coincidência pode ser a resposta. Na
tarde do mesmo dia em que Disney morreu, a Sociedade de Criogenia da
Califórnia (Cryonics Society of Califórnia) deu a sua primeira
entrevista de prensa.
Ao parecer, o fundador dos
estúdios Disney, grande admirador das sociedades utópicas, havia
mostrado certo interesse na prática da preservação de corpos em
temperaturas abaixo de zero, que é o que se trata aa ciência criogenia
ou cryonics. A coincidência de ambos episódios pode ter sido o estopim
dos rumores, hoje é assumido por verdadeiro por muitas pessoas. Em
efeito um mês depois do falecimento de Disney realizou-se a primeira
suspensão criônica da história, e desde então foram efetuadas 79,
segundo estatísticas de 1995.
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É possível congelar um corpo para anos depois ser reanimado para que
siga a vida? Os defensores da criogenia (vocábulo que parece vir da raíz
grega kryos, que significa frio glacial) asseguran que sim. Eles
defendem que a diferença entre um pessoa morta e uma viva está em
estabelecer que as enfermidades terão cura no futuro. A ciência
criogênica busca preservar os corpos e cérebros dos pacientes
suficientemente intactos para que um dia para que os possam descongelar
e lhes devolver a vida, disse Jaime Wolf na revista Spin (novembro de
1995).
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A
explicação é interessante, mas é difícil imaginar como se conseguiria
reviver os pacientes. Em princípio, a lei estabelece que esta operação
só pode ser realizada em pessoas que tem sido certificadas como mortas
por médicos. Deve-se extrair todo o sangue do corpo e troca-la por uma
solução anti-congelante de glicerol. De imediato o corpo é submergido em
uma cápsula cheia de silicone congelado com gelo seco.
A empresa que realiza esta
operação assume a armazenagem do corpo. O processo completo custa
por volta $120.000 dólares, pelo qual dois terços dos que se tem
submetido a criogenia optam para que só se preserve a cabeça. Estão
convencidos que em um futuro a ciência lhes permitirá ter acesso a
um corpo novo.
Michael Eisner, CEO da
empresa DISNEY
explica o sucesso da marca e diz que provém de uma estratégia centrada
em criatividade artística, financeira e administrativa. Ao lançamento de
um filme cinematográfico, fruto de um excelente argumento e do máximo
rigor técnico, sucede a aposta numa série de produtos inerentes:
brinquedos, livros, revistas, discos, roupas, joalharia e perfumaria.
Depois, o filme é relançado em vídeo e os seus personagens são motivo de
atração nos mega-parques.
A rentabilidade das
películas é garantida e maximizada através da diversificação do
negócio, da distribuição própria e de alianças tácticas a outras
marcas, como a Mattel, Coca-Cola e McDonald's, um aumento nas vendas
destes gigantes pode promover os produtos da Disney.
Em 1998, o cash flow da
Disney excedeu os 6
bilhões de dólares, sendo que 81% desse valor se destinou à criação de
novos projetos. Mais entretenimento de excelência, que promete continuar
a fazer sonhar e sorrir a criança que há em cada um de nós…
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