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Gases que poluem
A preocupação com o meio ambiente, em especial com o ar essencial à
vida, é notória atualmente. Os motores dos automóveis são naturalmente
poluidores, mas graças às iniciativas de governos do mundo todo e ao
avanço tecnológico, essa poluição baixou para níveis extremamente baixos
hoje em dia. Dentre os avanços, o maior foi sem dúvida foi a injeção
eletrônica. O carburador, injeções de combustível mecânicas, como
componente para formar a mistura de ar e combustível, da qual o motor
depende para funcionar, existe em pequena escala.
Hoje praticamente todos os carros saem de fábrica com eficientes
sistemas de injeção eletrônica, que se valem de potentes computadores a
bordo para manter a mistura ar-combustível ideal em todas as fases de
funcionamento do motor, em qualquer condição de uso. Esses sistemas,
mais o catalisador, que reduz a severidade das emissões pelo
escapamento, são responsáveis pela eliminação quase total dos poluentes
que, de outra maneira, piorariam consideravelmente a qualidade do ar que
respiramos.
Os principais poluentes são o monóxido de carbono, os hidrocarbonetos e
os óxidos de nitrogênio. Ao passarem pelo catalisador, uma peça de
formato cilíndrico parecido com um silenciador, contém um núcleo
cerâmico impregnado com certos metais nobres como platina e ródio, esses
poluentes são transformados em elementos não-poluentes mediante reação
química. Assim, em vez dos três poluentes citados saírem pelo cano de
descarga em grande quantidade, elas passam a ser ínfimas. A maior parte
se torna dióxido de carbono (não polui, mas contribui para o efeito
estufa), nitrogênio (principal componente do ar atmosférico, com 78%,
sendo o restante 21% de oxigênio e 1% de vários outros gases) e água.
Para que o catalisador possa desempenhar seu papel, a mistura
ar-combustível a ser queimada precisa ser exata, a chamada relação
estequiométrica, também chamada de lambda 1. Quem se encarrega disso é o
módulo eletrônico de comando (ECM), um verdadeiro computador, que
determina o tempo que as válvulas de injeção, ou simplesmente injetores,
ficam abertas. Com isso a quantidade de combustível fornecida é
exatamente proporcional ao ar que o motor está admitindo. Mas é preciso
que o ECM saiba como está a mistura para que possa tomar as medidas
corretivas. O meio de fazer isso é colocando-se uma sonda no
escapamento, destinada a medir a presença de oxigênio na mistura e, em
tempo real, informar ao ECM. Essa sonda é conhecida por sonda lambda ou
sensor de oxigênio.
Se for detectado muito oxigênio nos gases queimados, a mistura está
pobre, devendo ser fornecido mais combustível. Inversamente, menos
oxigênio requer menos combustível, sempre buscando a relação
ar-combustível ideal. Por aí se vê a importância do sensor de oxigênio
nesse processo todo.
O sensor de oxigênio requer manutenção preventiva como qualquer outro
componente do automóvel, segundo a Thomson Car, fabricante do
equipamento. Mas se for notado aumento de consumo de combustível, perda
de potência, odor forte no escapamento ou interior do tubo de saída
muito escuro, é aconselhável revisão de todo o sistema numa oficina de
confiança ou então num Posto Autorizado da Thomson Car, que pode efetuar
uma análise completa de todos os componentes da injeção eletrônica,
inclusive na importante sonda lambda. É o mínimo que podemos fazer no
sentido de contribuir para um ar de boa qualidade.
Fonte:
MTE-Thomson
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