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Medusas e Caravelas
Invertebrados Marinhos
As
medusas e caravelas
são encontradas em todos os mares. Vivem em águas
claras, quentes e não muito profundas. No Brasil são
encontradas do maranhão até
Alagoas e do sul da Bahia até Santa Catarina.
Os sintomas causados por medusas e caravelas depende,
principalmente, da região geográfica. As dos Oceano
Pacífico são as mais conhecidas e apresentam um veneno
mais ativo.
SINTOMAS: Leve
sensação de formigamento com formação
de bolhas e erupções; descamação da
pele e dores abdominais; calafrios, febre, indisposição,
mal-estar e diarréias.
TRATAMENTO: Em
caso de acidentes, a vitima deve ser retirada imediatamente da água
para evitar o afogamento. Em seguida, retire os tentáculos
aderidos à pele, ou mesmo à roupa de neoprene, com
auxílio de toalhas, algas ou areia. Aplicação,
sobre as lesões, de álcool, solução
de amônia, bicarbonato de sódio ou solução
de ácido bórico; cortisona e anti-histamínicos
em intoxiacações graves.
MEDUSA
FILO: Coelenterata
CLASSE: Schiphozoa
ORDEM: Acalephae
NOME CIENTÍFICO:
Cyanea lamarchi
FAMÍLIA: Semeostomidae
DIÂMETRO: até
60 cm
SEXO: Unissexuada.
Pões ovos e apresenta estágio larval
COR: branco azulado
Os banhistas que tocar a medusa logo sentirá
uma sensação de queimadura. Também é
conhecida como Água-viva. É um metazoário que
possui uma arma: células urtificantes, cujo veneno paralisa
presas menores e pode mesmo ser nocivo às pessoas. Seu nome
foi tomado de uma Górgonas da mitologia grega - a Medusa,
que tinha a cabeça redeada de serpentes.
CARAVELA
FILO: Cnidaria
CLASSE: Physalia 
ORDEM: Siphonophora
FAMÍLIA: Semeostomidae
NOME CIENTÍFICO:
Physalia physalia
Flutua na superfície da água, graças
a uma bexiga colorida, cheia de gases. Arrasta na parte inferior,
tentáculos de até 30 cm de comprimento. Possui centenas
de células secretoras de veneno.
A caravela, se desloca na superfície da água de mares
tropicais, através da ação do vento sobre sua
bóia azul repleta de gases. Seus tentáculos urticantes,
que podem ter mais de 20 metros de comprimento, estão presos
aos pólipos da parte inferior da bóia.
Estes possuem nematocistos, cápsulas que
liberam substâncias tóxicas paralisantes sobre suas
presas. Os tentáculos urticantes transferem o alimento para
os pólipos especializados na alimentação, onde
ocorre a digestão.
Lúcia Helena Salvetti De Cicco
Diretora de Conteúdo e Editora Chefe
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